sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Conhecendo um pouco mais..

Prezados! Hoje, volto a parte conceitual, e vou colocar aqui para vocês novos conhecimentos a respeito da Análise de Negócios que encontrei em um site (muito interessante por sinal) onde tem até camisetas pra vender. Créditos para Claudio Brencher Kerber =D

Mas, de onde surgiu essa tal Análise de Negócios?

     "A Análise de Negócios, como outras importantes disciplinas organizacionais, como o gerenciamento de projetos, surgiu da prática cada vez mais comum das suas atividades e técnicas de forma consistente, agrupada e por determinados membros das organizações que passaram a se reconhecer como praticantes.

"Casos de uso magrinhos também são ágeis"
     Um grupo de praticantes, auto denominados analistas de negócios criou em outubro de 2003 em Toronto, Canadá, o IIBA®– International Institute of Business Analysis, o Instituto Internacional de Análise de Negócios. O IIBA® destina-se a apoiar a emergente comunidade de Análise de Negócios através de iniciativas como a criação e desenvolvimento da consciência e reconhecimento do valor e da contribuição do Analista de Negócios, a definição do Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios (BABOK®) e o reconhecimento público através de um programa de certificação com reconhecimento internacional.

"Eu amar casos de uso"
     O comitê responsável pela definição do Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios (Business Analysis Body of Knowledge), conhecido como Guia BABOK®, foi formado em 2004 e definiu e esboçou o padrão global para a prática da Análise de Negócios que teve a sua primeira versão lançada em 2005, encontrando-se agora na segunda versão, lançada em 2009.

      O Guia BABOK® descreve as práticas geralmente aceitas no campo da Análise de Negócios, o seu conteúdo, também baseado em extensa revisão bibliográfica, passou por revisões feitas por praticantes, pesquisas junto à comunidade de Análise de Negócios e consultas feitas a renomados especialistas. As tarefas e técnicas descritas são utilizadas pela maioria dos praticantes de Análise de Negócios e podem ser aplicadas na maioria dos contextos onde ela é executada, na maior parte das vezes. Como qualquer outro conjunto de práticas, o conteúdo do Guia BABOK® deve ser adaptado para condições específicas e não ser interpretado como uma imposição a respeito de como devem ser desempenhadas as atividades."

Pois então... O site é este e nele, tem outros links e outros comentários referente ao assunto, o que inclui passos para iniciantes (que eu vou ler); o cara também fez um blog, e neste tem várias sugestões pra galera que resolver seguir o caminho neste rumo.


Abraços!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Análise de Negócios x Análise de Sistemas

Oi turma! Sinceramente, fiquei em dúvida sobre qual seria o assunto do meu próximo post. Hoje, decidi por postar um artigo que diferencia um analista de negócios e um analista de sistemas, dúvida a qual muitas pessoas têm.

O trabalho dos dois analistas são diferentes, mas devem andar em total sintonia. O analista de negócios entende mais do processo que acontece dentro da empresa, já o analista de sistemas, conhece as práticas de desenvolvimento.

Segue um artigo de Ricardo Veríssimo, onde ele passa o seu ponto de vista:

Ricardo Veríssimo
     "Este texto é sobre a diferença entre analista de sistemas e analista de negócios.
     Ao participar em uma consultoria para melhoria de processos de controle interno e administração em uma empresa da área médica, presenciei um acontecimento muito sintomático para exemplificar as atuações nos campos de análise de negócios e análise de sistemas.
     Segue em resumo a conversa entre três atores da vida real: um coordenador de TI, uma analista de sistemas e uma coordenadora de marketing.
     O coordenador e o analista discutem os requisitos e funcionalidades para uma parte de um sistema e repetem:
     - Isso! Assim vai ficar ótimo.
     A coordenadora, que escutava a conversa na baia ao lado, disse:
     - Assim não vai funcionar, pois os médicos não vão usar desta forma por este e aquele motivo.
     Nesta história a coordenadora agiu como a analista do negócio – pois conhece como os processos acontecem realmente e tem o domínio do negócio. Essa é a diferença entre analista de negócios e analista de sistemas.
     Sou da área de TI, mas infelizmente é grande o número de profissionais que acreditam saber tudo e não lançam mão de analistas de negócios dentro da própria empresa para conhecimento e melhoria do que está sendo desenvolvido.
     Analista de sistemas deve saber as melhores práticas de desenvolvimento, conhecer técnicas de desenvolvimento e levantamento de requisitos, mas não precisa conhecer de todos os ramos e nichos de mercado. Isso é para o (a) analista de negócio.
     Na empresa deste caso existe um sistema cheio de problemas nos processos de negócios, pois foi usada a figura do analista programador. O resultado: os erros do programador estão sendo descobertos pelo cliente, pois a análise do criador na criação parece que não foi imparcial. Será que alguém acredita que existe análise imparcial nestes casos?
     Será que existe engenheiro pedreiro? Por outro lado, muitos pedreiros chegaram a ser engenheiros.
     Um bom programador pode e deve se tornar um analista e vai ajudar muito os programadores. Mas nada garante também que um bom programador será um bom analista e vice-versa, assim como nada garante que um bom vendedor de loja será um bom gerente.
     Minha opinião neste assunto não é, e nem pretende ser, a única e a verdadeira. Não espero que ninguém concorde comigo e todas as críticas são bem-vindas e serão respondidas. Os comentários dos leitores da Webinsider são importantes e ajudam a melhorar e aprender mais com os leitores. Abraços a todos e até o próximo artigo."

Por hoje é isso pessoal! Para ver mais sobre o empresário Ricardo Veríssimo, clique aqui.

[]'s!