Oi turma! Sinceramente, fiquei em dúvida sobre qual seria o assunto do meu próximo post. Hoje, decidi por postar um artigo que diferencia um analista de negócios e um analista de sistemas, dúvida a qual muitas pessoas têm.
O trabalho dos dois analistas são diferentes, mas devem andar em total sintonia. O analista de negócios entende mais do processo que acontece dentro da empresa, já o analista de sistemas, conhece as práticas de desenvolvimento.
Segue um artigo de Ricardo Veríssimo, onde ele passa o seu ponto de vista:
 |
| Ricardo Veríssimo |
"Este texto é sobre a diferença entre analista de sistemas e analista de negócios.
Ao participar em uma consultoria para melhoria de processos de controle interno e administração em uma empresa da área médica, presenciei um acontecimento muito sintomático para exemplificar as atuações nos campos de análise de negócios e análise de sistemas.
Segue em resumo a conversa entre três atores da vida real: um coordenador de TI, uma analista de sistemas e uma coordenadora de marketing.
O coordenador e o analista discutem os requisitos e funcionalidades para uma parte de um sistema e repetem:
- Isso! Assim vai ficar ótimo.
A coordenadora, que escutava a conversa na baia ao lado, disse:
- Assim não vai funcionar, pois os médicos não vão usar desta forma por este e aquele motivo.
Nesta história a coordenadora agiu como a analista do negócio – pois conhece como os processos acontecem realmente e tem o domínio do negócio. Essa é a diferença entre analista de negócios e analista de sistemas.
Sou da área de TI, mas infelizmente é grande o número de profissionais que acreditam saber tudo e não lançam mão de analistas de negócios dentro da própria empresa para conhecimento e melhoria do que está sendo desenvolvido.
Analista de sistemas deve saber as melhores práticas de desenvolvimento, conhecer técnicas de desenvolvimento e levantamento de requisitos, mas não precisa conhecer de todos os ramos e nichos de mercado. Isso é para o (a) analista de negócio.
Na empresa deste caso existe um sistema cheio de problemas nos processos de negócios, pois foi usada a figura do analista programador. O resultado: os erros do programador estão sendo descobertos pelo cliente, pois a análise do criador na criação parece que não foi imparcial. Será que alguém acredita que existe análise imparcial nestes casos?
Será que existe engenheiro pedreiro? Por outro lado, muitos pedreiros chegaram a ser engenheiros.
Um bom programador pode e deve se tornar um analista e vai ajudar muito os programadores. Mas nada garante também que um bom programador será um bom analista e vice-versa, assim como nada garante que um bom vendedor de loja será um bom gerente.
Minha opinião neste assunto não é, e nem pretende ser, a única e a verdadeira. Não espero que ninguém concorde comigo e todas as críticas são bem-vindas e serão respondidas. Os comentários dos leitores da Webinsider são importantes e ajudam a melhorar e aprender mais com os leitores. Abraços a todos e até o próximo artigo.
"
Por hoje é isso pessoal! Para ver mais sobre o empresário Ricardo Veríssimo,
clique aqui.
[]'s!